
ai, eu vou morrer de pura e constante mágoa!
nesta terra não há felicidade.
eu sei que eu não fui boa quando menina
nem depois e nem sou agora,
mas tenho no de dentro tanto amor por esse homem bendito
que se o tomam de mim anoiteço como a noite de sempre
hei de ser eternamente meia noite
buraco
no fim de uma pedra num confim de abismo
É bom estar de volta.
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