"Aqui" dizia ele, enquanto apontava o chão tirava as roupas e pedia para eu começar a cavar. "Preciso que se lembre deste local, caso eu eventualmente volte a aprender amar".
Com os olhos tristes, começo a cavar um buraco no chão. Era noite.
Beijo-lhe os lábios. Enquanto deita, traz um sorriso no canto da boca enquanto acena para mim. Começo a cobri-lo de terra. Ao final, estou cansado.
Enxugo o suor da testa com a manga da camisa. Penso se deveria marcar o local onde ele está. Não o faço.
Acendo meu último cigarro de despedida.
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