quarta-feira, 24 de julho de 2013

A mulher que amou demais

"Quando eu tinha meus dezessete anos, fazia uma idéia do amor. Pensava do amor maravilhas. 'Vou ser feliz, muito feliz', era o meu sonho, o meu desejo profundo. E, depois, quando me enamorei, quando me apaixonei, descobri a mais estranha das verdades: não havia entre o meu amor e a felicidade a menor relação. Eu amava e era infeliz".